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A VIDA que se faz caminhando...

Editorial

Paulo Caetano

 

Santo Agostinho dizia que ter fé é assinar uma folha em branco e deixar que Deus nela escrevesse o que quisesse. E foi com esse sentimento que há um ano atrás nos laçamos neste projeto do Boletim O Alforge: fazer a nossa parte e deixar que Deus nos conduzisse!

Projeto ambicioso, humilde, mas com muita fé e esperança de que esta Missão teria o acompanhamento de Deus, pois tudo o que um sonho precisa para ser realizado é encontrar alguém que acredite que ele possa ser executado.

Durante este primeiro ano de existência, O Alforge foi um projeto jornalístico simples, mas de dimensão que ultrapassou o local/regional e em cujos objetivos radicou a formação e informação, a promoção e o desenvolvimento pessoal, humano, intelectual e de fé e que permitiu a realização de valores nem sempre vivenciados na sociedade atual.

Em todas as Edições de O Alforge abordamos temas pertinentes e contemporâneos para a nossa sociedade. Foi o caso do Ano da Misericórdia, em que acompanhamos as intenções do Santo Padre para esta causa. Abordamos em conjunto com a Diocese o tema de estudo e trabalho sobre a Liturgia. Procuramos as melhores pessoas para nos falarem da Exortação Apostólica sobre a Família: Alegria do Amor. Não deixamos cair em saco roto o apelo do Papa Francisco sobre a nossa Casa Comum e abordamos, em conjunto com outras entidades a Encíclica Laudato Si, fazendo dela um instrumento de trabalho.

Para além disto, procuramos informar sobre as realidades locais e regionais, ao nível dos acontecimentos sociais e eclesiais de diferentes pontos do concelho de Seia e da Região circundante. Realizamos aquilo que nos comprometemos no Estatuto Editorial, arrogando-nos o compromisso de assegurar o respeito pelos princípios deontológicos e pela ética profissional dos jornalistas, assim como proporcionamos boas informações aos leitores.

E porque ainda estamos a viver o Jubileu da Misericórdia, diz-nos o Papa Francisco que este é uma verdadeira oportunidade para entrar em profundidade no âmbito do mistério da bondade e do amor de Deus: com pequenos gestos de amor, de ternura, de cuidado, que fazem pensar que o Senhor está connosco, está próximo de nós. E desta forma se consegue abrir a porta da misericórdia.

Que este compromisso signifique o assumir uma responsabilidade, uma tarefa em relação aos outros. Significa também um estilo de vida, uma atitude de fidelidade e dedicação, de atenção especial para todos os que leem este Alforge. E o Papa é claro: todos os dias nos é pedido para dedicar atenção ao que fazemos: na oração, no trabalho, no estudo, mas também no desporto, nas atividades livres... Em síntese, comprometer-se significa dedicar a nossa boa vontade e as nossas forças para melhorar a vida.

Que assim seja! Que venha mais um ano de O Alforge.

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