No dia 23 de março Carragozela engalanou-se para uma grande manifestação de Fé ao receber a Imagem Peregrina da Senhora de Fátima, tendo esta receção estado revestida de momentos de “crescimento e comunhão” para a população renovando a fé, o amor, a coragem e principalmente aproximando todas as pessoas mais, ou menos crentes. Foram momentos de grande emoção onde nos sentimos acolhidos e confortados.
A preparação da receção da Imagem peregrina envolveu toda a população que com entusiasmo enfeitou as ruas e colocaram mensagens de boas vindas.
No dia da receção a Imagem peregrina foi recebida no cruzamento de Carragozela e escoltada por um grupo de motares que com tochas acesas a acompanharam até à povoação e com cânticos muito sentidos a retiraram do carro que a transportou para a realização de uma procissão de velas á povoação.
A procissão foi abrilhantada pela filarmónica 1º de Janeiro a quem a população agradece a participação. Seguidamente a imagem foi colocada na igreja matriz e seguiram-se algumas atividades religiosas Via Sacra, recitação do terço, leituras bíblicas, leitura de um texto das memórias da irmã Lúcia que descreve a aparição de 13 de maio de 1917, etc.
Durante a permanência da Imagem da Nª Senhora de Fátima na nossa aldeia muitos foram os visitantes que participaram nas diferentes atividades religiosas e se uniram em oração a esta comunidade.
O encerramento da visita aconteceu às 19:30 do dia 24 com a celebração de uma missa presidida pelo Sr. Padre António e seguida de uma procissão de Adeus onde o momento foi de muita emoção, manifestado por lágrimas e acenos com lenços brancos.
Como refere o secretário da CEP a vivência mariana é uma “marca da identidade portuguesa”, da sua vida cristã com o “cunho de Fátima” cuja mensagem traz um “convite à oração, à paz, à incidência no Evangelho, à prática dos sacramentos e à evangelização”.
Ao longo destas 24 horas, o objetivo foi tornar atual e presente a mensagem de Fátima, tendo sido para a nossa comunidade um momento único e belo, que jamais será por nós esquecido.

A passagem da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima pela nossa paróquia do Sabugueiro, englobou-se na visita ao Arciprestado de Seia.
Foi um enorme privilégio e uma bênção para a nossa Paróquia a sua visita nos dias 25 e 26 de março.
A vinda de Nossa Senhora é o símbolo da Mãe da Ternura e da Misericórdia que vem visitar os filhos nos
lugares onde vivem e trabalham e por isso o povo do Sabugueiro acolheu com alegria e com entusiasmo a sua visita.
Da passagem pela nossa terra destaco a chegada de Nossa Senhora, escoltada por um grupo motard e a recepção no largo da capela Nossa Senhora de Fátima, onde apesar do frio
intenso o povo do Sabugueiro acolheu a Mãe do Céu de forma calorosa, emocionada e intensa.
Esta passagem pela nossa freguesia foi um momento de profunda oração, e de uma forte experiência de fé, que esperamos tenha deixado marcas profundas, dentro de cada um de nós.
O encontro entre uma mãe e os filhos é sempre um misto de sentimentos que temos dificuldade em expressar por palavras. Foi assim que a paróquia de São Martinho recebeu a visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima.
À comunidade local associaram-se, na noite do dia 6 e durante o dia 7 de março, os fiéis da anexa Póvoa Nova e das aldeias limítrofes para receber tão ilustre Senhora. O gesto exterior de acolhimento, traduzido no embelezamento dos espaços por onde Nossa Senhora passou, com as várias celebrações, a procissão das velas, a recitação do Terço e os momentos de adoração e louvor comunitários e pessoais, foram a expressão máxima da veneração e reconhecimento à Mãe que visitou os seus filhos. Foram em bom número os devotos que na sua presença celebraram os mistérios da fé, aproveitando mesmo para se reconciliarem.
Maria chegou e partiu por entre entusiasmo, cânticos e aclamações. O entoar do sentido cântico do Adeus de Fátima, acompanhado pelo acenar dos lenços brancos confecionados para o efeito, fez rolar lágrimas de alguns olhos. Que a mensagem de Nossa Senhora aos pastorinhos, sempre simbolicamente presentes ao lado da Imagem da Senhora de Fátima, seja um reacender da sua chama nos nossos corações. Que o seu coração terno de Mãe seja sempre refúgio e conforto para todos os momentos da vida; o caminho que nos conduz até Deus.
Que a sua passagem entre nós, momento de bênção, produza frutos pastorais e seja ocasião para renovar os corações. Motivados pelas suas doces palavras, cada um de nós seja capaz de dizer “A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu salvador” (Lc 1, 47). Como ela, vivamos o projeto que Deus tem para cada um dos seus filhos. Desejamos ardentemente que esta visita seja uma experiência tocante de fé; que a todos leve a glorificar e a perpetuar os momentos vividos na sua presença. Com Maria, a paróquia de S. Martinho quer ser peregrina na esperança.
No ano do centenário das Aparições de Nossa Senhora em Fátima e na proximidade da visita do Papa Francisco a Portugal, a paróquia de Santa Marinha, acolheu com particular disponibilidade de coração, a visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima nos dias 7 e 8 de março.
Este acontecimento foi uma Visitação! Lendo o evangelho de Lucas e meditando o segundo mistério gozoso do Rosário que refere a visita de Nossa Senhora à sua parente Isabel, sabemos o entusiasmo e a alegria que Nossa Senhora sempre leva consigo. Sabemos desta visita paradigmática como do encontro com Deus nasce o encontro com os outros, os irmãos!
A paróquia de Santa Marinha quis assinalar esta visitação da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima com um sinal simples, mas que permanecesse fisicamente no tempo e na memória de todos, com a execução de milhares de corações de tecidos e cores várias que decoraram e adornaram todos os espaços e ruas por onde peregrinou Nossa Senhora de Fátima. Da rua ao adro, da avenida ao largo, Nossa Senhora percorreu a paróquia ‘coroada’ de corações e visitando cada coração. Uns muito felizes. Outros bastante cansados. Uns a bater com a força poderosa do amor. Outros abatidos pela experiência da solidão, da indiferença ou da mágoa dos seus semelhantes.
Desde o seu acolhimento até ao momento da despedida, a imagem da Virgem de Fátima exerceu uma atracção inexplicável e congregou na celebração da Eucaristia e da Reconciliação, na realização de cada procissão e momento de oração, todas as idades, na certeza de que Maria ouviu, acolheu e intermediou todas as preces e orações dos corações destes seus filhos.
Desta Visitação permanecerá a mensagem que trouxe a imagem e a gratidão de cada coração:
Obrigado Virgem Maria
Mãe de Deus e Nossa Mãe
Ora pelo mundo inteiro
E por todos nós também.
E em jeito de despedida
Senhora Nossa, Senhora Minha
Obrigado por visitares
A paróquia de Santa Marinha.
A visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima, que teve lugar na manhã do dia 25 de março, constituiu um momento único na vida dos utentes e doentes e da Misericórdia de Seia, que receberam, com enorme alegria e muita comoção, a breve visita da Nossa Senhora de Fátima,
aquando da sua passagem pela Freguesia de Santiago.
Pelas 10:00 horas, entre cânticos e preces, deu entrada, nas instalações, a viatura com a Imagem Peregrina no Lar de Idosos e depois na Unidade de Saúde.
Era esperada por funcionários, utentes, particulares e dirigentes, que saudaram aquele único momento na vida da Misericórdia, cantando e rezando perante a
imagem da Mãe de Cristo, que há cem anos desceu à Cova da Iria.
Numa breve oração, o Provedor saudou a Imagem de Nossa Senhora e implorou a sua intercessão por todos os presentes, familiares, colaboradores, responsáveis pelos Portugueses e por todos os que, no Mundo, sofrem e esperam o “Auxilio de Deus” nas suas funções.
A Imagem Peregrina, ao abandonar as instalações, fez correr lágrimas de comoção entre muitos dos presentes, certamente momento único para muitos, senão para todos os que ali se encontraram naquele histórico momento, à semelhança do que aconteceu por todo o Concelho com milhares de pessoas.
Foi assim entre a alegria da chegada e a dor da partida que a Imagem Peregrina contemplou as gentes da Misericórdia de Seia, nas suas duas valências da Folgosa do Salvador e na adoração do dia 06 de Abril na Igreja Nossa Senhora do Rosário, em Seia, onde marcaram presença os idosos, as crianças e os colaboradores.
Cremos que este acontecimento e, sobretudo, a dita de poder estar tão próximo e de contemplar a Senhora de Fátima, marcou, e marcará, profundamente este momento de vida das pessoas em todos o Concelho e Arciprestado de Seia.
Também para a história da Misericórdia de Seia, estes acontecimentos ficarão assinalados com o agradecimento aos Reverendos Padres António Carlos e Joaquim Pinheiro, pelo seu contributo para que tudo isto fosse possível de concretizar.
O percurso da imagem peregrina de Nª Sr.ª de Fátima pelas paróquias do arciprestado de Seia teve o seu ponto alto, não no alto da montanha mas no seu sopé, quando a imagem foi levada em procissão da Igreja de Sr.ª do Rosário para a Igreja Matriz de Seia e aí aconteceu o ad Deum. Acorreram milhares de fiéis acompanhados dos seus pastores; as gentes de Seia de forma organizada ou espontânea esmeraram-se nos preparativos da procissão que iria passar junto das suas casas; e um clima de oração, silêncio e respeito caraterizou todo o percurso, apenas perturbado por um objeto ruidoso nos ares.
A fé precisa com alguma frequência destas ocasiões para não ficar demasiado acantonada nos espaços que lhe são mais conaturais. Além disso, a fé, para se manter viva, não é dissociável de algumas formas de expressão; caso contrário, poderá tornar-se um intimismo desencarnado sem capacidade de resistir depois a pressões sociais adversas. Sendo assim, a presença da imagem nestas terras serranas foi com certeza salutar para todos os crentes e devotos de Santa Maria, Mãe de Deus.
No entanto, é um facto que a fé dos cristãos está hoje sob o escrutínio implacável dos tíbios na fé e muito mais dos que já recusaram a herança religiosa dos seus ascendentes. Para os últimos, as manifestações de fé no espaço público são incómodas e quase provocadoras. Esta sensibilidade, relativamente nova, sobretudo no interior do nosso país, conhecido como terra de Santa
Maria, há de mobilizar-nos para um testemunho da fé cada vez mais puro e respeitador dos outros, mas sem que cedamos a custo zero a tutela do espaço público a minorias aguerridas e de retórica questionável.
Neste novo quadro social, a fé dos cristãos deverá ter cada vez mais a marca da consistência entre o que se professa e o que se vive no quotidiano. Os que nos olham com uma certa desconfiança e aversão estarão particularmente atentos a atitudes e comportamentos nossos em contraciclo com o discurso religioso. Assim sendo, é moralmente imperioso que aspiremos a algo mais do que a colocar a visita da imagem nos anais da história senense, e que se deve consubstanciar no legado do nosso património espiritual cristão aos descendentes. Se não o conseguirmos, dentro de algumas décadas apenas seremos recordados como uma geração obsoleta.
O nosso testemunho cristão poderá ser guiado e reforçado pela mensagem de Fátima que, no seu núcleo, apela a atitudes como a fé, a adoração, a esperança e o amor a Deus.
Nestas atitudes não existe nenhum convite à fuga do mundo; pelo contrário, nelas está presente o segredo de chegarmos a ser uma humanidade ancorada na paz, na justiça e na fraternidade.
Sem Deus, entendido como alguém que sempre buscamos e não tanto como um conceito doutrinal, a humanidade fechar-se-á cada vez mais em si mesma e poderá morrer por inanição espiritual.
As aparições marianas, porque continuam a abrir uma janela para Deus (ou para o Infinito), têm um inegável valor para a humanidade.
A experiência de fé, quando vivida com seriedade e profundidade, é uma das dinâmicas indispensáveis da existência humana. Na verdade, o ato de fé e a necessidade do sobrenatural indicam sempre o nível mais profundo de toda a atividade humana.
Ser cristão, significa não ter vergonha de expressar a fé, assumir atitudes e opções guiadas pela fé e pelos valores evangélicos na relação uns com os outros, no âmbito profissional, na vida familiar. Apesar destes pilares serem aceites pela maioria das pessoas, verifica-se que a associação entre fé e espiritualidade nem sempre resulta tão espontânea quanto deveria, mesmo entre crentes.
Ainda assim, a confiança é certamente um dos traços característicos da atitude crente. Pois quem acredita não só confia, como também confirma com a sua fé os valores da sua crença. De tal maneira esta atitude é central para o crente, que podemos arriscar dizer que a confiança não é um ato que se soma ao ser, mas é antes uma forma de ser que se repercute em todas as dimensões constitutivas do ser humano. Desta forma, a transformação de vida do crente, mais do que explicar a realidade, é deixar-se iluminar por uma esperança e uma certeza, que confirma a fé.
Uma manifestação de fé foram, as aparições de Fátima, que são um acontecimento de grande relevância na Igreja, não apenas pela importância que assumiram para inúmeras pessoas e pela sua extensa divulgação no mundo, mas também pela sua íntima ligação à mensagem de Cristo, pela profundidade com que marcam a vivência da fé de muitos dos católicos e pelo alcance profético dos seus apelos: oração, arrependimento e comunhão.
Foi com base nestes princípios, que preparamos e lançamos as X Jornadas do Conhecimento, sob o lema Fazei tudo o que Ele vos disser (Jo 2, 5). E de entre as actividades constantes nesta edição das Jornadas fazia parte a Visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima. Com o objectivo central de levar mais longe a mensagem de Fátima, pretendíamos associar-nos às comemorações do Centenário das Aparições de Nossa Senhora, em Fátima. Neste sentido, ambicionou-se dar um contributo importante para o aprofundamento da fé, para a renovação e fortalecimento da espiritualidade, indispensável auxílio para o crescimento espiritual do povo de Deus.
Assim, este número do Boletim Informativo O Alforge pretende dedicar-se à visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima ao Arciprestado de Seia, que se realizou de 5 de março a 07 de abril.
Foi com satisfação que verificamos que a Nossa Senhora de Fátima foi e continua a ser marcante na vida das pessoas e que os acontecimentos de Fátima são um apelo à humanidade do nosso tempo. Não como uma efeméride histórica, mas como um veículo de evangelização, um caminho para a conversão e para o encontro com Jesus Cristo.
Por isso, a visita da Imagem Peregrina foi, acima de tudo um projeto pastoral, que privilegiou a natureza espiritual e de reflexão da fé. Podemos referir que os seus objectivos assentaram no carácter religioso, nas suas diversas perspectivas: teológica, espiritual, celebrativa e em alguns casos catequética, e numa óptica pessoal e comunitária.
Ainda não tinha chegado e já estávamos felizes... Já passou e ainda nos sentimos muito serenos.
Foi sem dúvida ou reserva, uma ocasião de Graça para o nosso Arciprestado, esta visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima em contexto de ano jubilar no centenário das Aparições.
Esta iniciativa, inserida no programa das X Jornadas do Conhecimento, procurou envolver e motivar de forma transversal todas as paróquias e lugares anexos para momentos de piedade, devoção e oração.
Desde o primeiro momento, a presença da Imagem Peregrina foi vivida com toda a dignidade. No próprio Santuário, na capelinha das aparições foram vivenciados dois momentos únicos por ocasião da entrega da imagem que trouxemos para o nosso Arciprestado e por ocasião da devolução da referida imagem ao Santuário. Foram momentos singelos, breves, mas acreditamos, para quem os viveu, marcantes.
O programa preparado procurou ser coerente e equilibrado na divisão do tempo concedido a cada Paróquia para venerar a Imagem peregrina. E felizmente ainda se conseguiu ir além da dimensão paroquial e levar a Imagem peregrina a muitos Lares de Idosos e Centros de Dia, Unidades de Saúde e até ao próprio Hospital da cidade de Seia.
Destaco a envolvência comunitária manifestada em muitos milhares de bonitos gestos que aconteceram nas nossas paróquias. Foram muitos milhares de flores, corações, tarjas e cartazes. Foram quilómetros de tapetes de flores numa manifestação genuína e espontânea de amor pela Mãe do Céu. Se assim ficou o chão como terá ficado belo o nosso coração!
Destaco ainda o privilégio que foi receber a feliz noticia da canonização de Jacinta e Francisco quando a Imagem Peregrina fazia o périplo pelas nossas aldeias. Ficará no nosso coração e memória esta feliz coincidência.
Igualmente feliz coincidência aconteceu em São Gião com o “encontro” da Imagem peregrina de Nossa Senhora com a relíquia de São João Paulo II.
Sem que o tivéssemos programado este momento uniu a motivação do Arcirpestado de Seia e da Unidade Pastoral de Oliveira do Hospital.
Tendo esta visita decorrido em contexto quaresmal parece-me que conseguimos, apesar de todas as nossas limitações e fragilidades, cumprir o lema que assumimos: Reconcilia-te, Reza e Renasce. Sentiu-se em cada Paróquia o apelo a renascer tendo como modelo e interpelação a Mãe de Jesus e nossa Mãe.
Fica também, para memória futura, a passagem inédita da Imagem peregrina pelo ponto mais alto de Portugal Continental. A breve oração realizada na capela de Nossa Senhora do Ar, sita no planalto da Torre, presidida pelo Bispo Diocesano ficará para os anais da história como momento especialíssimo neste ano jubilar de comemoração das Aparições Marianas em Fátima.
Fica aqui lavrado ainda o mais sincero e sentido agradecimento a tantas entidades e particulares que, de forma graciosa e imensamente generosa procuraram nas suas circunstâncias e possibilidades dignificar ao máximo estes momentos tão únicos. Sem querer esquecer ninguém, destacar as forças de autoridade, socorro e segurança e todas as edilidades e tantos grupos e associações que de forma espontânea mas genuína dignificaram a visita da Mãe Peregrina ao nosso concelho.
Palavra especial e justa deve ser dirigida à Santa Casa da Misericórdia de Seia, na pessoa do seu Provedor e elementos da Mesa Administrativa pela presença e apoio de base à realização deste momento tão belo.
Esperamos ter conseguido aquilo que o nosso Bispo Diocesano – D. Manuel da Rocha Felício - fez como voto para esta visita: “de facto, cada um de nós há-de sentir-se, com esta visita da imagem peregrina e com a celebração do centenário das parições, verdadeiramente interpelado a corresponder ao chamamento de Deus, a combater o mal a partir do mais íntimo de si mesmo, enfim, a compreender o sentido da conversão e do sacrifício em favor dos outros, como fizeram os três pastorinhos, na sua pureza e inocência.
Estamos a ultimar a preparação da nossa assembleia diocesana, que se realizará em três sessões, nos meses de abril, maio e junho, coincidindo, por isso, com a celebração deste centenário.
Que a oração dirigida sempre ao Senhor de todos nós e do mundo, através de Nossa Senhora, Sua e nossa Mãe, nos ajude a encontrar os caminhos da Fé que o Evangelho aponta e o mundo de hoje reclama.”
Acreditamos que colocámos estes pedidos tão especiais nas mãos de Nossa Senhora e ela os levará a Jesus.
Finalmente alegrar-me por terem sido distribuídos 11 “oratórios da mãe peregrina” que passam agora diariamente de família em família – de casa em casa - para que se cumpra, em família, o pedido que a Mãe do Céu nos deixou em Fátima. “Rezem o terço todos os dias”.
Mãe peregrina, acompanha a nossa peregrinação aqui na terra e roga por nós no céu ao teu Divino Filho!